BOAS PRÁTICAS EM SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO

Atualizado: 10 de jul. de 2021

Oliveira e Silva (2016), esclarecem que consultoria em nutrição de acordo com a lei 8.234/1991, é a atividade privativa do nutricionista Esse profissional é .habilitado e embasado em seus conhecimentos e tem experiências técnicas que permitem implantar, avaliar e oferecer soluções para situações relacionadas a sua especialidade, sem, no entanto, assumir reponsabilidade técnica.


Suas atividades envolvem o planejamento, a organização, a direção, a supervisão e a avaliação dos serviços de alimentação e nutrição.


Nas visitas técnicas são realizadas as auditorias com aplicação de checklists, que segundo Carelle e Cândido (2014), são úteis para verificação das boas práticas do trabalho executado, atuando como uma ferramenta de controle. Portanto, sua aplicação é imprescindível para a garantia da qualidade higiênico-sanitária em serviços de alimentação.


Doença de Transmissão Hídrica e Alimentar (DTHA), são doenças causadas pela ingestão de alimentos ou bebidas contaminadas com microrganismos patogênicos. Esse tipo de contaminação ocorre principalmente no processo produtivo (ABREU; SPINELLI; ZANARDI, 2003;BRASIL, 2015).


Para se evitar as DTHA, as medidas preventivas e de controle, incluindo as boas práticas e procedimentos de higiene, devem ser adotados nos serviços de alimentação, visando à melhoria contínua (BRASIL, 2007). Para isso, sugere-se revisão anual ou conforme necessidade do manual de boas práticas das unidades de alimentação e nutrição (STANGARLIN-FIORI; SERAFIM; SACCOL, 2016).


De acordo com Possarle (2014) a implantação de Boas Práticas é uma exigência legal e deve ser um objetivo estratégico de busca, com a capacidade de oferecer um produto que satisfaça a necessidade da

população e atenda aos padrões sanitários exigidos.


Referências


ABREU, E.S.; SPINELLI, M.G.N.; ZANARDI, A.M.P. Gestão de unidades de alimentação e nutrição: um modo de fazer. São Paulo: Metha, 2003.


BRASIL, Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Cartilha sobre Boas Práticas para Serviços de Alimentação. 2015. Disponível em http://portal.anvisa.gov.br/documents/33916/389979/Cartilha+Boas+Pr%C3%A1ticas+para+

Servi%C3%A7os+de+Alimenta%C3%A7%C3%A3o. Acesso em 17 set. 2020.


BRASIL. Doenças Transmitidas por Alimentos e Água (DTA). 2007. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/dicas/148doencas_alim_agua.html. Acesso em 17 set. 2020.


CARELLE, Ana Claudia; CÂNDIDO, Cynthia Cavalini. Manipulação e higiene dos alimentos. São Paulo: Érica, 2014.


FIORI, Lize Stangarlin; SERAFIM, Ana Lúcia; SACCOL, Ana Lúcia de Freitas. Instrumentos para elaboração do manual de boas práticas e dos procedimentos operacionais padronizados em serviços de alimentação. Rio de Janeiro: Rubio, 2016.


OLIVEIRA, Tatiana Coura; SILVA, Daniela Alves. Administração de unidades produtoras de refeições: desafios e perspectivas. Rio de Janeiro: Rubio, 2016.



Como referenciar este post?


CHESSINI, Letícia Mayra Carvalho. BOAS PRÁTICAS EM SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO. Post 48. Nutrição Atenta. 2021.

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