Custos da Má Qualidade

Atualizado: 10 de jul. de 2021

O custo da má Qualidade é chamado de custo oculto sendo resultado direto da falta de Qualidade. Exemplos desses custos ocultos são as vendas não concluídas por falta de treinamento do pessoal de vendas, por falta de Qualidade no produto e por demora na entrega de mercadorias, entre outros.

Segundo Feigenbaum (1994) os custos provenientes de falhas internas e externas (má Qualidade) podem representar perdas em torno de 65% a 70% do custo da Qualidade.


Durante muito tempo acreditou-se que oferecer produtos e serviços de Qualidade encareceria o processo produtivo e esse pensamento impediu que a produção atingisse todo o seu potencial.

No caso de Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN), toda vez que se pensava em diminuir custos, atrelava-se esse conceito ao rebaixamento da Qualidade dos gêneros alimentícios e/ou da mão de obra. Essa situação teve mudanças a partir do momento em que acirrou-se a concorrência e em que aumentou-se a exigência dos clientes após o surgimento do Código de Defesa do Consumidor (1990).

Normalmente não é mais caro oferecer produtos e serviços de alta Qualidade, pelo contrário, às vezes é mais barato, pois, ao resolver os problemas de Qualidade, reduz-se os custos e administra-se melhor os prazos.


Atualmente o motivo da fidelização do cliente, baseia-se na tentativa de satisfazer e superar as suas exigências, o que automaticamente configura-se numa das melhores formas de manter esse cliente fiel e continuar a consumir o seu produto e/ou serviço.


Devemos lembrar que se antes o cliente queria Qualidade, atualmente ele a espera.


Referência


CINTRA, Patricia. Qualidade e redução de custos em alimentos. Rio de Janeiro: Rubio, 2016.



Como referenciar este post?


CINTRA, Patricia. Custos da Má Qualidade. Post 23. Nutrição Atenta. 2021.



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